Ecoteologia: um novo paradigma e novas diretrizes para a Missão Integral

Depois de mais de trinta anos do Congresso de Lausanne I, evento crucial para a elaboração do pensamento da Missão Integral, quase não se fala, de forma efetiva, sobre a relação entre evangelização e responsabilidade social nas igrejas oriundas do protestantismo de missão no Brasil. Com exceção dos seminários especializados, o tema da Missão Integral ficou esquecido devido a falta de viabilizações oriundas de propostas claras. No entanto, devido ao grito do planeta por redenção, o discurso sobre a missão integral da Igreja surge com um novo formato: Ecoteologia. A partir de diretrizes ecológicas, a relação entre evangelização e ação social se justifica ante a relevância do tema e da responsabilidade profética da Igreja.

O objetivo deste trabalho é mostrar que a Ecoteologia enriquece e amplia o  paradigma[1] da Missão Integral e que esta ao se deixar ser fecundada pelas diretrizes da Teologia da Criação em uma perspectiva da ecologia oferece relevância missionária para a atualidade. Para provar isto, primeiro, farei uma breve introdução à Missão Integral: surgimento, propostas e desafios, e depois, mostrarei a importância da Ecoteologia e a sua articulação com a Missão Integral.

Missão Integral

Missão Integral foi um movimento de caráter evangelical[2] que eclodiu na década de 70 liderado principalmente por teólogos e missiólogos latino-americanos. Reagindo à deformação do evangelho pelo condicionamento ideológico capitalista e a sua restrição a uma esfera “espiritual” sem compromisso com a situação do mundo, que acometia o fundamentalismo evangélico tradicional, esses pensadores propuseram um compromisso com o evangelho em todo o seu alcance, e com o homem como um ser integral. Seu lema era: “o evangelho todo, para o homem todo, pelo mundo todo”. Entre as figuras mais importantes do movimento, estavam René Padilla, Samuel Escobar, Pedro Arana, Valdir Steuernagel e muitos outros.

O evento crítico para a divulgação dessa nova perspectiva foi o Congresso Lausanne I, na Suíça, realizado em julho de 1974. Durante esse evento, que reuniu 2473 participantes e 1000 observadores de 150 países e 135 denominações, um grande debate ocorreu em torno da extensão da missão. Havia uma pressão no sentido de se identificar a missão apenas com a evangelização, de se ignorar qualquer consideração a respeito do papel que o contexto cultural e os condicionamentos ideológicos tinham sobre a teologia e a prática missionária, e de dar prioridades às vozes do primeiro mundo nas conclusões. Mas com o apoio de um dos líderes do encontro, o Dr. John Stott, os latino-americanos puderam expressar suas idéias.

A reflexão teológica da Missão Integral buscou uma compreensão adequada dos problemas da América Latina esforçando-se por promover uma reflexão teológica autóctone, contextualizada. Grande atenção foi dada à questão da pobreza e da justiça social, à questão da estratégia missionária, e à educação teológica. Nesse processo é possível observar um diálogo com as ciências humanas, como instrumento de análise para melhor compreensão da situação latino-americana, bem como com os teólogos da libertação. Observa-se também uma tendência de apoiar o socialismo contra o capitalismo, e de aceitar a teoria econômica da dependência contra a teoria capitalista desenvolvimentista; de um modo geral, no entanto, há uma postura bastante crítica visando a preservação do evangelho bíblico. Como o nome indica, o movimento da Missão Integral influenciou principalmente a hermenêutica bíblica e a reflexão missiológica, havendo uma reflexão menor a respeito de outras áreas.

Com o tema “Para que o Mundo ouça a Sua (Deus) voz”, o movimento da Missão Integral foi responsável por impactar a maneira de ver e fazer missão das igrejas reformadas no Brasil.

O primeiro impacto foi produzido pela ruptura com o mito da polarização teológica entre ação social e evangelização. Para muitos grupos reformados, ação social, ou melhor, serviço social, era visto como instrumento para evangelização. Satisfaziam-se, socialmente falando, com serviços sociais assistencialistas e muitas vezes usados como “iscas” para ações proselitistas.

Estes grupos perceberam então que não se pode desvincular evangelização da ação social. Estas são duas realidades inseparáveis que se sustentam e se fortalecem mutuamente numa espiral ascendente de preocupação crescente. Evangelização e responsabilidade social são partes integrantes da missio Dei[3], portanto inseparáveis e indispensáveis na missão integral da Igreja de Jesus no mundo e para o mundo.

O segundo impacto foi sentido quando se desmistificou o mito do dualismo humano. O evangelismo protestante de missão oriundo dos Estados Unidos e da Europa limitou o conceito de salvação, achando que Cristo veio salvar apenas a alma do ser humano. De inspiração platônica, este conceito de salvação é deveras espiritualista.

O ser humano é um todo. Partindo da perspectiva bíblica, o ser humano poderia ser definido como sendo uma comunidade integrada de corpo e alma. Entretanto, a ausência de compreensão do indivíduo como ser integral, pela própria Igreja, tem levado a mesma a desvalorizar não somente o ser humano na sociedade, como também o próprio evangelho para o qual ele foi chamado a proclamar no mundo. Só existe fidelidade na evangelização quando existe fidelidade na missão integral da Igreja.

O movimento da Missão Integral não só derrubou os mitos da polarização teológica entre ação social e evangelização e dualismo humano como também legou as igrejas reformadas no Brasil a capacidade de pensar e fazer missão a partir de situações sociais concretas. A articulação entre a hermenêutica do texto bíblico e a hermenêutica da vida a partir de igrejas autóctones passou a ser o lugar teológico ideal.

Entendido as conquistas da Missão Integral e a sua importância nas igrejas reformadas brasileiras, surgem as seguintes perguntas: Como falar sobre Missão Integral hoje? Como revitalizar o discurso da Missão Integral depois de trinta e cinco anos do Congresso de Lausanne I? Penso que a Teologia da Criação, inspirada em Jürgen Moltmann, em uma perspectiva da ecologia, Ecoteologia, proposta por Leonardo Boff, e relida por tantos teólogos e missiólogos, é uma chave de leitura relevante para atualizar a proposta da Missão Integral. Vejamos:

Ecoteologia

O impacto da exploração do planeta pelo ser humano e as conseqüências de tal ato têm revelado uma realidade alarmante e digna de preocupação. O quadro não é nada positivo. A título de ilustração, cito o Efeito Estufa e o Aquecimento Global. No planeta temos o efeito estufa natural provocado pela liberação natural do carbono que forma uma redoma protetora. Esta aprisiona parte das radiações vindas do sol e mantém a temperatura da superfície dentro de um gradiente ideal para os seres vivos. Sem o carbono na atmosfera, a superfície seria coberta de gelo. Já o excesso, produz elevação da temperatura.

Os gases estufa produzem aquecimento e são provenientes da queima de combustíveis fósseis e de biomassa (CO2); combustões de altas temperaturas e fertilizantes (NOx); gases utilizados em refrigeração (CFCs) e queima de biomassa oriundos da digestão do gado bovino e dos aterros sanitários (CH4).

A liberação excessiva destes gases na atmosfera produz elevação da temperatura e conseqüentemente o derretimento das calotas de gelo que cobrem os pólos; aumento do dióxido de carbono na atmosfera; morte dos recifes de coral devido ao aumento da temperatura oceânica; aumento das áreas desérticas; expansão dos oceanos; tempestades violentas; vulnerabilidade de comunidades rurais e tantos outros danos a todos os ecossistemas.

O Efeito Estufa e o Aquecimento Global não são conseqüências isoladas, sem relação com o todo do planeta. Tudo está interligado. Não se pode pensar a realidade de forma dicotomizada, analítica, fruto da polarização entre sujeito e objeto. Esta forma de pensar não faz justiça à realidade que é na sua essência relacional. É necessário ter em mente uma percepção integral da vida como relações de comunicação e comunhão. Estar vivo significa existir em relação com outros. A vida simbiótica é fruto de uma rede de relações recíprocas importante para a compreensão da doutrina ecológica da criação.

O que muito tem contribuído para o mau desempenho das igrejas reformadas em sua missão integral é a falta de estruturas mais adequadas à sociedade atual. Estruturas enrijecidas pelo tradicionalismo alienante matam ou impedem aquilo que a Missão Integral busca suscitar: evangelização e ação social.

A quebra de paradigmas é fundamental para que a Igreja se torne mais participativa na sociedade. Às vezes é preciso muita coragem para mudar. À primeira vista parece fácil mudar aquilo que se tornou obsoleto, mas não é tão simples assim. Antes é preciso mudar a mentalidade dos acomodados e principalmente dos saudosistas, daqueles que confundem inovação com inovacionismo, tradição com tradicionalismo. O que “mata” muito cristão é uma igreja não-participativa, que se limita a suas atividades internas, fechada em quatro paredes.

A Ecoteologia surge como uma nova proposta para se pensar a Missão Integral. O drama dos acontecimentos ambientais decorrentes da exploração do planeta tem uma força pedagógica no sentido de mobilizar as igrejas para Missão Integral. Não somente ações ecológicas como uma dimensão a mais para a missão da Igreja, mas sim, pensar em Missão Integral à luz das novas diretrizes[4] conquistadas pela Ecoteologia que são:

Primeira, o desafio de dar ao homem pós-moderno o sentido de um universo teologal. Isto é, os humanos estão nivelados pelos ecossistemas que compõem a grande rede da vida. O ser humano não foi chamado para explorar e dominar (Gn 1,28), mas para cuidar e cultivar (Gn 2,15) o planeta. A criação não pode ser pensada numa perspectiva antropocêntrica, cartesiana e newtoniana que visa objetivar a natureza em prol do progresso ilimitado.

Segunda, a criação é intrinsecamente boa, e carrega em si um sentido, uma inteligibilidade interna advinda do próprio ato criador. Deus cria, isto é, suscita uma verdadeira novidade, uma realidade que tem em si mesmo uma estrutura imanente de autogênese e de criatividade, que no ser humano alcança o nível de liberdade. A criação não é fabricação de coisas prontas. Criar é fazer com que o outro seja ele mesmo, de modo que, a criação é um campo aberto, dinâmico e criativo.

Terceira, do ponto de vista ecológico, toda a criação é perpassada pelo Espírito. J. Moltmann afirma:

“Las criaturas son ‘creadas’ (bara) con el aflujo permanente del Espíritu (ruah) divino, existen en el Espíritu y son ‘renovadas’ (hadash) mediante el Espíritu. Esto presupone que Dios crea siempre a través, y en la fuerza, de su Espíritu; y que, por consiguiente, la presencia de su Espíritu condiciona la possibilidad y las realidades de su creación. Presupone tambíen que el Espíritu es derramado sobre todo cuanto es; y que el Espíritu lo conserva, lo vivifica y lo renueva” (MOLTMANN, p.23).

Para J. Moltmann é necessário reafirmar a presença do Espírito que permeia e vivifica o mundo – o Espírito cósmico – que foi suprimida pela cosmovisão mecanicista dos tempos modernos.

Quarta, é preciso afirmar que Deus está presente em suas criaturas e todas as coisas estão voltadas para Ele pelo dinamismo do Espírito que habita o mundo. Em vez de panteísmo (Deus é tudo), podemos falar corretamente em um panenteísmo (Deus está em tudo).

Leonardo Boff esclarece:

“Tudo não é Deus. Mas Deus está em tudo e tudo está em Deus, por causa da criação, pela qual Deus deixa sua marca registrada e garante sua presença permanente na criatura (Providência). A criatura sempre depende de Deus e o carrega dentro de si. Deus e mundo são diferentes. Um não é o outro. Mas não estão separados ou fechados. Estão abertos um ao outro. Encontram-se sempre mutuamente implicados. Se são diferentes é para poderem se comunicar e estarem unidos pela comunhão e mútua presença” (BOFF, 1995, p.236).

Em outras palavras, de forma poética, a tradição do antigo Oriente expressou a onipresença do Espírito em toda criação: “O Espírito dorme na pedra, sonha na flor, acorda no animal e sabe que está acordado no ser humano”.

Quinta, a Trindade como modelo para o pensamento ecológico que, priorizando a dimensão sistêmica ou relacional, vê todos os seres como membros de uma comunidade biótica, interligados por uma cadeia de conexões vitais. Este modelo é possível porque a comunicação de Deus para fora de si na criação já acontece na autocomunicação divina, isto é, no interior da própria Trindade. A Trindade é uma comunidade de pessoas distintas, amorosamente interrelacionadas, em comunhão de ser, de bem e de vida, de modo que o universo inteiro tem sua origem fontal nessa amorosa comunhão trinitária.

Sexta, o mundo tem uma marca de filiação. Deus cria no Filho. Isto é, Jesus Cristo é o modelo da criação e que esta carrega em si as marcas da presença do Filho. O destino do mundo é ser tomado pela filiação.

Como afirma Adolphe Gesché:

“Afirmar que ela tem estatuto de filiação é afirmar de novo, porém com mais garantia ainda do que anteriormente, o seu direito de liberdade e de invenção. A criação foi confiada ao Filho. Mas o que é um filho senão exatamente aquele que tem o direito de iniciativa? O Filho não é servo, e muito menos mercenário. Ele recebeu todo o agrado do Pai (Mt 3,17), que lhe submeteu (confiou) todas as coisas (Hb 2,8). ‘Todas as promessas de Deus encontraram nele o seu sim’ (2Cor 1,20). De modo que criação pode, por sua vez, pronunciar esse ‘sim’, pois ela é a própria casa do Filho (seu oikos, Hb 3,6) e que não somos servos (Jo 15,15). De uma ponta a outra, a criação, desde o Filho […] até nós […] passando pelo cosmo; de uma ponta a outra da criação está gravada, portanto, uma marca da filiação” (GESHÉ, 2004, p.144).

Portanto, o senhorio de Cristo se estende a toda a realidade, de modo que o efeito redentor de seu ministério pascal não se limita aos seres humanos, mas se estende a todo mundo criado. A bondade intrínseca da criação, já revelada na tradição veterotestamentária, vê-se confirmada pela mensagem do Novo Testamento: se a criação de Deus é dádiva do seu amor (1Tm 4,4), nada deve ser tido como impuro em si mesmo (Rm 14,14).

Sétima, a criação tem uma clara dimensão salvífica. A intenção de toda criação se manifestará, plenamente, no final, mas está atuante deste o início. Essa linha de continuidade entre protologia e escatologia é fundamental para uma adequada teologia cristã da criação. É na ressurreição de Cristo que a fé cristã vê, de forma antecipada, a futura completude não somente da espécie humana, mas de todo o universo. O olhar escatológico para a Nova Criação é, desse modo, para a teologia cristã que se depara com a crise ecológica, uma fonte de esperança.

Assim é que a Teologia da Criação em uma perspectiva da ecologia oferece um novo fundamento epistemológico para a Missão Integral e a provoca a se lançar numa missão consciente do todo e participativa na construção do Reino de Deus aqui e agora.

Conclusão

A Ecoteologia lança novas perspectivas para a Missão Integral. Além de revitalizá-la, as diretrizes propostas pela Ecoteologia – universo teologal; criação boa, aberta e perpassada pelo Espírito; panenteísmo; Trindade como modelo de relações; marca de filiação na criação e esperança salvífica –, dão relevância temática e tocam naquilo que é fundamental para as igrejas reformadas: a leitura da Bíblia como centro irradiante de fé e prática. O tema da criação como obra, cuidado e redenção de Deus, na ótica da ecologia, oferece uma chave hermenêutica importante para uma nova leitura dos textos bíblicos. É atual e desafiador.

Referências Bibliográficas

MOLTMANN, Jürgen. Dios en la creacion. Ed. Verdad e Imagen.

BOFF, Leonardo. Ecologia: grito da terra, grito dos pobres. São Paulo: Ática, 1995.

ADOLPHE, Geshé. O cosmo. São Paulo: Paulinas, 2204.

VICEDOM, Georg. A missão como obra de Deus: introdução à teologia da missão. São Leopoldo: Sinodal, 1996.

STEUERNAGEL, Valdir (Org.). A missão da igreja: uma visão panorâmica sobre os desafios e propostas de missão para a igreja na antevéspera do terceiro milênio. Belo Horizonte: Missão Editora, 1994. 411p.

NETO, Luiz Longuini. O novo rosto da missão: os movimentos ecumênicos e evangelical no protestantismo latino-americano. Viçosa: Ultimato, 2002. 304p.

PADILLA, René. Missão integral: ensaios sobre o reino e a igreja. Londrina: Descoberta, 2005. 215p.

BEI. Como cuidar do seu meio ambiente. 2.ed.rev.amp. São Paulo: BEI Comunicação, 2004. 276p.


[1] Inspirado em Thomas Kuhn, Leonardo Boff chama atenção para a definição de paradigma como “uma maneira organizada, sistemática e corrente de nos relacionarmos com nós mesmos e com tudo o resto à nossa volta. Trata-se de modelos e padrões de apreciação, de explicação e de ação sobre a realidade circundante”. Cf. BOFF, Leonardo. Ecologia: grito da terra, grito dos pobres. São Paulo: Ática, 1995. p.27. Modelo de compreensão do ser humano e de suas relações com o ecossistema. Corrige o antropocentrismo da modernidade, ao incluir a interdependência com os outros seres.

[2] “Evangelical” não no sentido amplo do termo de evangélico, mas para identificar um grupo de cristãos comprometidos com o movimento da Missão Integral e a sua influência na maneira de crer e viver a fé cristã. Samuel Escobar, líder evangelical latino-americano, faz uma classificação ponderada sobre o perfil do evangelical: (1) herança teológica da Reforma – solas; (2) paixão evangelística oriunda dos avivamentos do século XVIII; (3) piedade associada a uma intensa vocação missionária herdada do pietismo; (4) postura anabatista da separação entre Igreja e Estado; (5) ética puritana e (6) dimensão social do evangelho aliada a diaconia e postura profética perante a sociedade.

[3] Conceito importante para a Missão Integral. Originalmente pensada por Karl Barth a missio Dei foi popularizado por Georg Vicedom no livro A missão como obra de Deus: introdução à teologia da missão, publicado pela editora Sinodal em 1996. Segundo Vicedom, missio Dei significa que a missão é obra de Deus. Ele é o senhor, o doador da tarefa, o proprietário, o executante. Ele é o sujeito ativo da missão. A Igreja é instrumento de Deus, isto é, se ela se deixar usar por ele. Não cabe à Igreja decidir se ela quer fazer missão, mas ela só pode decidir se quer ser Igreja. Ela não pode determinar quando e onde será feito missão; pois missão sempre é iniciativa de Deus, como fica evidente, sobretudo no livro dos Atos dos Apóstolos. Deus não se torna apenas o enviador, mas também o enviado. O derradeiro mistério da missão, do qual ela emana e do qual vive, é: Deus envia seu Filho, Pai e Filho enviam o Espírito. Com isso ele não apenas se torna o enviado, sem que com essa trindade da revelação fosse anulada a consubstancialidade das pessoas divinas.

[4] Diretrizes conquistadas não como dogmas e conceitos imediatamente operatórios, mas como conceitos transversais, circulando no interior do discurso dos homens para fazer pensar.

Carlos Cunha

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